20/11/06: Querendo sair para almoçar
2:14 eu: Estou aqui, tá?
12:15 Élcio: calma aí
eu: Calmei.
______________________14 minutos
12:29 eu: Tô descalmando... Vai demorar?
12:30 Élcio: tá quase
_______________________10 minutos
12:40 Élcio: tô indo beijo
eu: Beijo totalmente descalmado.
E fim...
03/10/06: Só para não esquecer
18:24 Élcio: oi
eu: Oi...
18:27 Élcio: Tô com saudade
eu: Eu tumem...
E fim...
29/09/06: Sobre as fotos no Gtalk
16:44 eu: Oi, Mozão.
16:45 Élcio: Oi linda
eu: Gente, o dele tem foto mesmo
eu: rsrsrs.... Que bom que agora posso falar com vc....
Élcio: Só pra vc me ver sua pata ( Em referência a foto da pata no lugar da minha imagem)
eu: Tá bunitu...
E fim...
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quinta-feira, 28 de abril de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
É isso
A solidão não vem no formato óbvio de não se ter companhia ou no incômodo do quarto vazio.
É na ausência da partilha que ela me surpreende, na trovoada sem abrigo - medo desses de infância - , nas decisões autônomas e não divididas, nas tarefas diárias, nas inexistência das conversas cifradas.
E não há remédio.
Porque minha solidão é feita somente da ausência dele.
E de ninguém mais.
É na ausência da partilha que ela me surpreende, na trovoada sem abrigo - medo desses de infância - , nas decisões autônomas e não divididas, nas tarefas diárias, nas inexistência das conversas cifradas.
E não há remédio.
Porque minha solidão é feita somente da ausência dele.
E de ninguém mais.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
O Encontro
Conheci-o pessoalmente um dia depois de seu aniversário.
Eu, decepcionada com as paixões. Ele, farrista assumido.
Começamos como estes casais modernos, via internet. Mantivemos um pé no tradicionalismo mineiro com uma amiga nos apresentando formalmente, por email, com fotos e votos de se comportem.
Ele não gostou do que viu. Eu salvei a foto dele para verificações futuras.
Eu, em Bauru, ele em Brasília, a cupida em outro lugar do mapa.
Já no encontro cara a cara, sem tempo para pensar na melhor escrita, eu olhei desconfiada para aquele rapaz com os olhos espantados. Ele confessou tempos depois, que o susto vinha da descoberta que, afinal, eu era diferente do que tinha imaginado.
Pequenas mentiras de sedução, um amor honesto dentro do peito e três meses depois falávamos em casamento.
Eu, assustada. Ele, decidido.
Mas precisaram se passar mais alguns meses e minha profissão cigana me mandar para o frio do sul até a escolha de nossa primeira casa.
Nos sentíamos unidos, inteiros e amigos. Era bom e feliz.
Sincero e tão completo em suas perfeições e imperfeições que me transformou e me resgatou.
Depois dele e mesmo agora que se foi, voltei a acreditar nas relações. Nos amores possíveis. Na vida a dois. Mesmo quando minha alma escurece e chove aqui dentro de mim.
Eu, decepcionada com as paixões. Ele, farrista assumido.
Começamos como estes casais modernos, via internet. Mantivemos um pé no tradicionalismo mineiro com uma amiga nos apresentando formalmente, por email, com fotos e votos de se comportem.
Ele não gostou do que viu. Eu salvei a foto dele para verificações futuras.
Eu, em Bauru, ele em Brasília, a cupida em outro lugar do mapa.
Já no encontro cara a cara, sem tempo para pensar na melhor escrita, eu olhei desconfiada para aquele rapaz com os olhos espantados. Ele confessou tempos depois, que o susto vinha da descoberta que, afinal, eu era diferente do que tinha imaginado.
Pequenas mentiras de sedução, um amor honesto dentro do peito e três meses depois falávamos em casamento.
Eu, assustada. Ele, decidido.
Mas precisaram se passar mais alguns meses e minha profissão cigana me mandar para o frio do sul até a escolha de nossa primeira casa.
Nos sentíamos unidos, inteiros e amigos. Era bom e feliz.
Sincero e tão completo em suas perfeições e imperfeições que me transformou e me resgatou.
Depois dele e mesmo agora que se foi, voltei a acreditar nas relações. Nos amores possíveis. Na vida a dois. Mesmo quando minha alma escurece e chove aqui dentro de mim.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Carta para você!
Amor,
Tento escrever uma carta para você, como se você ainda estivesse aqui só para fazer algo que não fiz quando havia oportunidade.
Não consegui. A realidade é outra. A chance se foi.
Eu não posso mais te dizer coisas que pensava, eu não posso ouvir suas respostas.
Queria ter te falado mais sobre o amor que sentia, já que nunca é demais falar sobre isso, mas também sobre outros sentimentos, angústias e fraquezas, que achei sendo meus, não deveriam ficar expostos.
Nunca tive coragem de lhe contar do medo que sentia de te perder, escondi-o até de mim.
E é duro ver nossos medos tornarem-se reais.
Acreditei que tudo viria com o tempo e a seu tempo. O que eu não sabia era que este é que era limitado.
Conhecendo-me, assusto ao ver que não parti com você.
Mas que não continuo a mesma.
Olho para esta pessoa estranha que busca forças e as encontra não se sabe onde, que ri e se fecha e não a reconheço. Nem sei se você ia gostar dela. Espero que ela melhore.
Para me resgatar, fixo a mente nas muitas lembranças.
Elas me acompanham, boas, doces, amargas e felizes, desta época em que pude compartilhar com você uma vida inteira dentro de um curto espaço de tempo.
Não são muitas as pessoas que juntam as palavras casamento e felicidade em uma só frase. Alguns nem as têm.
Eu as tive e isso é muito.
E.
PS.: Ao nosso quinto ano, com o mesmo amor do primeiro!
Tento escrever uma carta para você, como se você ainda estivesse aqui só para fazer algo que não fiz quando havia oportunidade.
Não consegui. A realidade é outra. A chance se foi.
Eu não posso mais te dizer coisas que pensava, eu não posso ouvir suas respostas.
Queria ter te falado mais sobre o amor que sentia, já que nunca é demais falar sobre isso, mas também sobre outros sentimentos, angústias e fraquezas, que achei sendo meus, não deveriam ficar expostos.
Nunca tive coragem de lhe contar do medo que sentia de te perder, escondi-o até de mim.
E é duro ver nossos medos tornarem-se reais.
Acreditei que tudo viria com o tempo e a seu tempo. O que eu não sabia era que este é que era limitado.
Conhecendo-me, assusto ao ver que não parti com você.
Mas que não continuo a mesma.
Olho para esta pessoa estranha que busca forças e as encontra não se sabe onde, que ri e se fecha e não a reconheço. Nem sei se você ia gostar dela. Espero que ela melhore.
Para me resgatar, fixo a mente nas muitas lembranças.
Elas me acompanham, boas, doces, amargas e felizes, desta época em que pude compartilhar com você uma vida inteira dentro de um curto espaço de tempo.
Não são muitas as pessoas que juntam as palavras casamento e felicidade em uma só frase. Alguns nem as têm.
Eu as tive e isso é muito.
E.
PS.: Ao nosso quinto ano, com o mesmo amor do primeiro!
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
No Skype
5/10/2009, final de tarde...
[17:38:26] Erika: oi
[17:38:39] Erika: Precisa que eu arrume carona?
[17:38:51] Élcio: vou te buscar e volto
[17:39:29] Erika: Eu tento ver uma carona primeiro...
[17:40:13] Erika: Eu odeio horário de verão.
[17:40:24] Élcio: eu amo
[17:40:52] Erika: Ama nada.
[17:41:03] Élcio: eu amo vc
[17:41:17] Erika: Ah, bom...
[17:38:26] Erika: oi
[17:38:39] Erika: Precisa que eu arrume carona?
[17:38:51] Élcio: vou te buscar e volto
[17:39:29] Erika: Eu tento ver uma carona primeiro...
[17:40:13] Erika: Eu odeio horário de verão.
[17:40:24] Élcio: eu amo
[17:40:52] Erika: Ama nada.
[17:41:03] Élcio: eu amo vc
[17:41:17] Erika: Ah, bom...
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